Clipping Diário Matraca

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O clipping "A Criança e o Adolescente na Mídia" é uma publicação diária que apresenta o resumo das principais notícias do dia veiculadas pelos jornais O Imparcial, Jornal Pequeno, O Debate e O Estado do Maranhão sobre crianças e adolescentes. O clipping é distribuído para profissionais da área de comunicação, Ong’s, instituições de promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente, conselhos e demais pessoas interessadas no tema.

São Luís/MA, 25/04/2008> nº 1020

Programa visa beneficiar 20 mil crianças no Maranhão

No primeiro compromisso oficial de sua agenda na visita ao Maranhão, o ministro dos Esportes, Orlando Silva, assinou o protocolo de intenções para implantação do programa Segundo Tempo, que vai envolver 20 mil crianças em todos os municípios maranhenses. O Segundo Tempo é um programa de inclusão social através do esporte. Permite que crianças estudem pela manhã e façam esporte à tarde e vice-versa. O ministro Orlando Silva destacou os recursos já destinados para o estado utilizados na melhoria dos equipamentos esportivos. Além dos R$ 8 milhões destinados ao estádio Castelão, o governo federal alocou R$ 200 mil para a reforma do ginásio Castelinho e R$ 2,5 milhões para a contrução de quadras esportivas em São Luís. (O Imparcial-MA, p.05, 25/04)

Adolescentes da Funac, de São Luís, realizam entrevista para seu jornal

Treze adolescentes da Fundação da Criança e do Adolescente (Funac) visitaram, na manhã de ontem (24), o Palácio dos Leões e entrevistaram a primeira dama, Clay Lago, para a décima edição do Jonal Canaã. O informativo é produzido pelos adolescentes da unidade de internação provisória da Funac, o Centro de Juventude Canaã (CJC). Os jovens quiseram saber sobre os programas para a inserção dos adolescentes em conflito com a lei, egressos das medidas socioeducativas, no mercado de trabalho. Ações federais como o Projovem Urbano e o Consórcio da Juventude foram citados pela presidente da Funac e Clay Lago, além da parceria com a Secretaria de Trabalho e Economia Solidária (Setres), que está disponibilizando diversos cursos aos jovens da Funac este ano. O critério para a escolha dos adolescentes que faria a entrevista foi a desenvoltura em fazer perguntas e o comportamento na unidade, que hoje atende 36 jovens. “O mais importante é que eles próprios escolhem quem querem entrevistar e produzem o jornal. Nós apenas organizamos e ajudamos e ajudamos na impressão”, disse a diretora do CJC, Lindoura Bóias. (Jornal Pequeno-MA, p.04, 25/04)

Não conclusão de obra de colégio prejudica estudantes de São Luís

A não conclusão da obra de uma escola no bairro Jaracati, em São Luís, que, segundo moradores, é realizada há cerca de dois anos, está gerando transtornos à comunidade. O prédio está localizado em uma área ao lado da praça do Viva. A dona-de-casa Rosaniria Gomes Oliveira, 58 anos, afirmou que a conclusão da obra facilitaria bastante a vida dos estudantes do bairro. Outra moradora que reclamou da não conclusão da obra foi a estudante Damiana dos Santos Pereira, de 19 anos. Ela lembrou que o prédio começou a ser construído em 2006 e que até ontem (24) não havia previsão para o término. De acordo com a comunidade, a obra está instalada em uma área na qual funcionava a associação de moradores do bairro e uma escola comunitária. “Só na escola comunitária que funcionava aqui nesse local, cerca de 80 crianças estavam matriculadas. Todas tiveram que procurar outro local para estudar por falta de um prédio nas imediações”, disse Rosaniria Gomes. O local está tomado por mato e sujeira. Na placa que identifica a obra, há somente a informação de que o prazo para entrega é de 120 dias, o qual, segundo a população, já expirou. Não há data identificando o início da obra nem mesmo o valor. A Secretaria Municipal de Educação informou que a construção da unidade de ensino básico, no Jaracati, sofreu atrasos em seu cronograma de execução; contudo, os trabalhos estão em processo de finalização da cobertura da escola. (O Estado do Maranhão, p.02, 25/04)

Professores de São Luís cobram salários

Professores contratados sob regime temporário para a rede estadual de ensino estão sem receber pagamento desde dezembro do ano passado. Os docentes foram contratados em agosto, durante a greve no setor da educação, em uma ação emergencial do governo estadual para pressionar pelo retorno do ano letivo. Com o fim da greve, os docentes foram aproveitados pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc). Aproximadamente 630 desses professores estão com os vencimentos retidos sem nenhum motivo. Sem o apoio do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), os professores que estavam sob contrato temporário denunciam que a Secretaria de Estado da Educação estava se negando a pagar os vencimentos em atraso. “Os contratos do ano passado estão pagos. Talvez o que esteja acontecendo sejam casos isolados, como problemas em boletins de presença, por exemplo”, afirma Júlio Pinheiro, vice-presidente do Sinproesemma. No entanto, os docentes lesados questionam o interesse do sindicato. “Na época em que fomos contratados, o sindicato não queria que assumíssemos os cargos, pois temia que os professores nomeados perdessem seus postos em sala de aula. Não é de estranhar que agora ele esteja sem se envolver com essa questão do atraso salarial”, esclarece um dos docentes contratados temporariamente. Segundo a Assessoria de Comunicação da Seduc, a situação dos professores contratados temporariamente em 2007 está totalmente regularizada. (O Estado do Maranhão, p.10, 25/04)

 
 
 

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> Equipe da Agência de Notícias da Infância Matraca: Marcelo Amorim, Lissandra Leite, Jeane Pires, Luciano Nascimento, Ramon Bezerra.

 

 

 

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