Estudantes fazem protesto contra a falta de transporte
coletivo na região metropolitana de São Luís
Estudantes do Centro de Ensino Médio Mário
Meireles bloquearam, ontem (12), o Km 15 da BR-135 em protesto contra
a falta de transporte coletivo na área. Segundo eles, não
há ônibus suficiente para a comunidade. Em decorrência
do protesto, houve um congestionamento de aproximadamente cinco quilômetros
na pista com sentido São Luís-Campo de Perizes. A manifestação,
que durou mais de duas horas e meia, teve intervenção
da Polícia Rodoviária Federal, que reorganizou o trânsito.
Os estudantes iniciaram o protesto às 6h30. Segundo eles, faltam
ônibus das linhas Coqueiro, Estiva e Igaraú. Segundo os
manifestantes, para chegar à escola, são obrigados a caminhar
cerca de dois quilômetros de uma via que está em condições
precárias, com buracos e lama. Outras reclamações
são o não funcionamento do semáforo localizado
no Km 15 da BR-135 e o possível aumento no valor da tarifa de
ônibus. “Esse semáforo está há mais
de um mês sem funcionar. Temos que ficar esperando a boa vontade
dos motoristas, ou então um intervalo entre os veículos,
para conseguir atravessar”, disse Aline Costa dos Santos. A Polícia
Rodoviária Federal teve que intervir na ação dos
estudantes, por causa do bloqueio da via. Cerca de sete policiais estiveram
no local, com o auxílio de três viaturas. Houve inicialmente
uma conversa com os líderes da manifestação; no
entanto, não teve acordo. Então, os policias tiveram que
retirar os manifestantes da via, para liberar o tráfego. Por
volta das 10h, os moradores se retiraram do local, mas prometeram voltar
nos próximos dias, caso a Secretaria Municipal de Trânsito
e Transportes (SMTT) não resolva os problemas.
(O Estado do Maranhão,
p.02, 13/05)
Assentados maranhenses participam, desde 2007, de projetos
na área de educação
A Federação dos Trabalhadores na
Agricultura do Maranhão (Fetaema) está coordenando a execução
de seis projetos de educação em área de assentamento
envolvida no Projeto Nacional de Educação nas Áreas
de Reforma Agrária (Pronera). Os projetos iniciaram-se em 2007
e serão encerrados em 2009. São cerca de 5.182 pessoas,
entre jovens e adultos, que estão sendo capacitados tanto em
nível de magistério como ensino médio e fundamental.
A secretária de Política Agrícola e Meio Ambiente
da Fetaema, Socorro Nascimento, explicou que, no início, a federação
priorizou projetos de alfabetização e ensino fundamental,
“devido à grande demanda de assentados analfabetos nos
assentamentos e pela ausência não só de escolas
nestes assentamentos, mas, sobretudo, pela falta de política
de educação que respeitasse e valorizasse os trabalhadores
rurais, sua cultura, seu modo de vida e produção”.
Nesse contexto, a Fetaema, em parceria com as universidades públicas
– Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Universidade
Estadual do Maranhão (Uema) e Centro de Educação
Tecnológica (Cefet) -, vem ao longo desses 10 anos avançando
na condução dos projetos de alfabetização,
escolarização, e mais recentemente no desenvolvimento
de projetos de nível médio, formando e capacitando jovens
e adultos capazes de contribuir no desenvolvimento local de seus espaços
de moradia e produção, formando novos sujeitos sociais.
(O Estado
do Maranhão, p.04, 13/05)
Governo anuncia 150 escolas técnicas
O ministro da Educação, Fernando
Haddad, anunciou ontem (12) que o governo pretende inaugurar nos próximos
dois anos 150 escolas técnicas. “Estaremos inaugurando
150 novas escolas técnicas no país. A previsão
é terminar as licitações das obras até o
fim do mês de julho e que pelo menos dois terços delas
estejam já em condições de serem entregues no ano
que vem, e o restante até 2010”, disse. O secretário
de Educação Profissional e Tecnológica do MEC,
Eliezer Pacheco, ressaltou que o país viveu nos últimos
100 anos longos períodos de abandono e quase sucateamento na
educação profissional. De acordo com o secretário,
“na expansão direta da rede serão aplicados R$ 600
milhões e além disso o MEC está transferindo R$
900 milhões para as escolas profissionais dos estados e municípios
para serem aplicados em equipamentos, reformas e qualificação
profissional”. A criação dos Institutos Federais
de Educação, Ciência e Tecnologia (IFETs) foi destacada
tanto pelo ministro como pelo secretário como sendo a nova proposta
brasileira na área de educação. O ministro Haddad
destacou o momento oportuno, de crescimento econômico, para a
implantação dos IFETs que pretendem preencher “a
falta de profissionais capacitados para ocupar vagas que estão
sendo oferecidas pelo mercado de trabalho”. (O
Estado do Maranhão, p.06, 13/05)
Projeto de educação ambiental é
levado para escola de São Luís
Alunos da Unidade Integrada Luis Viana (localizada
no bairro da Alemanha) recebem hoje, a partir das 15h, o Projeto “O
Ambiente Somos Nós”, realizado pela Secretaria Municipal
de Meio Ambiente. O projeto leva às escolas e comunidades informações
sobre a importância de como preservar o meio ambiente. Além
de participarem da palestra, os alunos serão motivados a refletir
sobre as formas racionais de utilização dos recursos naturais.
O objetivo do trabalho de educação ambiental é
adotar práticas sustentáveis. Segundo a Coordenadora de
Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente,
Gerusa Santos, o projeto está aberto à comunidade, basta
solicitar os serviços ao órgão. O agendamento pode
ser feito diretamente na Secretaria, localizada na Rua Virgílio
Domingues no bairro do São Francisco. (O
Imparcial-MA, p.06, 13/05)
Fórum de educação começa
nesta quinta em São Luís
Cerca de 1.500 pessoas, entre gestores,
professores e técnicos estarão reunidos entre os dias
15 a 17 deste mês, no Centro de Convenções Pedro
Neiva de Santana, no IV Fórum Municipal de Educação,
que tem como tema “Avaliando e construindo um sistema educacional
de qualidade para todos”. O evento é realizado pela Secretaria
Municipal de Educação. A IV edição do Fórum
de Educação tem como principal objetivo discutir as políticas
educacionais em um espaço formativo que busca a ampliação
dos conhecimentos dos profissionais da educação através
de conferencias, palestras e relatos de experiências. “Nos
próximos dias São Luís deve respirar educação,
pois a realização deste Fórum significa proporcionar
a cidade um debate sobre a educação” explica o secretário
municipal de Educação, Moacir Feitosa. (O
Imparcial-MA, p.06, 13/05)