Clipping Diário Matraca

Clipping Matraca
O clipping "A Criança e o Adolescente na Mídia" é uma publicação diária que apresenta o resumo das principais notícias do dia veiculadas pelos jornais O Imparcial, Jornal Pequeno, O Debate e O Estado do Maranhão sobre crianças e adolescentes. O clipping é distribuído para profissionais da área de comunicação, Ong’s, instituições de promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente, conselhos e demais pessoas interessadas no tema.

São Luís/MA, 16/06/2008> nº 1052

Juizado de São Luís fixa regras para participação de crianças e adolescentes em festejos juninos

A festa junina em São Luís tem regras, principalmente no tocante à participação de menores de 18 anos. De acordo com o juiz José Américo Abreu Costa, da 1ª Vara da Infância e Juventude, após as 22h, é proibida a participação de menores de 6 anos nas manifestações folclóricas desacompanhados dos pais ou responsáveis (Portaria 007/2001). Ele disse que a participação de menores de 12 anos depende de alvará judicial. Já a permanência de adolescentes com idade entre 12 e 17 anos em espaços juninos após a meia-noite necessita de autorização expressa de pais ou responsáveis. “Nós estipulamos prazo para as agremiações solicitarem alvará e este já se expirou. Agora, iremos fiscalizar os locais das apresentações durante toda a temporada junina”, garantiu o juiz. O trabalho do Juizado acontecerá em parceria com a Polícia Militar. Serão 20 comissários trabalhando por turnos. Caso algum menor seja flagrado indevidamente num grupo, o responsável pela manifestação folclórica será autuado administrativamente e ficará sujeito a multa de até R$ 3 mil. “Ano passado, houve atuação, mas a incidência está diminuindo por conta do trabalho de conscientização”, finalizou o juiz. (O Estado do Maranhão, p.2, 15/6)

Lei que autoriza acompanhante durante o parto é descumprida em São Luís

Apesar da Lei 11.108, de 11 de abril de 2005, que assegura às parturientes o direito de um acompanhante durante o processo de pré-parto, parto e pós-parto, muitas maternidades públicas não cumprem a determinação. O prazo dado para as maternidades se adequarem às regras foi de seis meses. Nas maternidades de São Luís, a falta de estrutura física é a justificativa dada para o descumprimento da lei. Com isso, as mulheres acabam sofrendo com a falha do sistema público na capital. O código que ampara as parturientes promete estimular a participação de pessoas de confiança da gestante na hora do nascimento do bebê.

Descumprimento da lei - A estudante Fernanda Quintanha, 28, tentou durante gravidez garantir o direito de entrar com o marido na sala de parto, mas não conseguiu. Mãe de primeira viagem, ela desejava contar com a presença do esposo na sala de parto e receber todo o tratamento adequado, amparada pela lei. Sonho que não foi realizado, devido à falta de informação e do cumprimento da lei do Hospital. “A sensação era de estar só, pois eu fui preparada psicologicamente para entrar na sala com um acompanhante e na hora não houve um acordo”, desabafa Quintanha. Ela contou que o marido foi Impedido de entrar na sala de parto, para assistir o nascimento do filho, o pai disse ter ficado angustiado e revoltado com a atitude dos profissionais do hospital. Segundo Tiago, a discriminação aconteceu por ele ser um acompanhante do sexo masculino, algo alegado por uma funcionária do hospital. A direção do hospital Materno Infantil rebateu as acusações, informando que todos são atendidos da mesma forma e que não existe discriminação alguma com qualquer que seja paciente. Segundo a diretora do hospital, a médica e professora Marilia da Gloria Martins, disse desconhecer o caso e relata que o que pode ter acontecido foi que devido a troca de plantão o pai não conseguir entrar a tempo para acompanhar o parto. A diretoria ainda afirma existir todo um apoio às parturientes e aos acompanhantes, seja ele do sexo masculino ou feminino. O acompanhamento é feito numa sala específica (Núcleo de Apoio aos Casais Grávidos), que é coordenado por uma psicóloga e uma assistente social, onde os acompanhantes das parturientes passam por todo um processo de análise para detectar as condições psíquicas do mesmo. “A paciente chega até a escolher o acompanhante dela”, relata a diretora.

Vantagens - Confiante e segura é assim que a gestante deve se sentir na hora do nascimento de sua criança. Alguns médicos acreditam que a presença do acompanhante facilita o trabalho de parto e dá mais bem-estar à mãe e ao bebê. A opinião do médico obstetra e ginecologista João José dos Reis Neto não é adversa as lei, pois o mesmo dá o maior apoio as pacientes em ter o direito de um acompanhante no centro de parto. “Eu acredito que seja até a questão de um processo de humanização, dando condições as mães de se sentirem mais próximas à realidade delas, com a presença de alguém familiar”, disse o médico ginecologista. Na maternidade Marly Sarney, uma das mais procuradas da capital, no bairro da Cohab, a diretora Bernadete Figueiredo afirma que já existe um projeto de adequação do hospital para receber os acompanhantes, junto às parturientes. A paciente que perceber a resistência da maternidade em não querer deixar que o acompanhante participe do parto, pode entrar com uma ação no Ministério Público da Saúde, onde o mesmo irá tomar as medidas cabíveis para que a paciente seja amparada pela lei. “Em caso de resistência do hospital fica caracterizado crime de abuso de autoridade ou até mesmo constrangimento”, relata o Promotor da Saúde Herberth Figueiredo. (O Imparcial-MA, p.17, 15/6 - Dyego Rodrigues)

Imperatriz-MA registra altos índices de prostituição na adolescência

“O índice de prostituição na adolescência nas escolas municipais e estaduais de Imperatriz-MA é alarmante. Meninas de 14 a 16 anos estão deixando a sala de aula para fazer programas sexuais e usam as lan houses para isso”. A denúncia é do pedagogo e analista de sistemas Ivan Lima de Azevedo, casado, pai de dois filhos (10 e 15 anos). Ele elaborou um anteprojeto de lei que entregou à Câmara de Vereadores semana passada em que sugere a criação de uma lei para disciplinar o funcionamento dos cyber cafés e casas de jogos eletrônicos em rede, empreendimentos comerciais também conhecidos como lan houses. O professor, de 36 anos, explicou que tomou a iniciativa depois de se deparar com dados alarmantes de uma pesquisa que realizou recentemente em três das maiores escolas públicas da cidade. O levantamento feito por Ivan Azevedo mostra que adolescentes do sexo feminino estão trocando a sala de aula pelas lan houses, onde acessam sites de relacionamento e neles divulgam fotos sensuais para programas “amorosos”.

Encontros - Em média, cada adolescente realiza quatro programas em três dias e recebe R$ 50,00 para cada um desses encontros. Num dos casos, a diretora da escola disse que as meninas deixaram material escolar em sala e saíram fardadas, tendo retornado somente no fim do turno para buscá-los. Durante o levantamento, feito para dar base à sua tese de mestrado, Ivan Azevedo também conversou com as estudantes, garantindo sigilo sobre a identificação e não contactar seus familiares. Diante do resultado, ele não só cumpriu sua meta inicial como resolveu escrever o livro “Pais ausentes, filhos on-line”, em parceria com a editora paulista Mensagem para Todos, e também pretende levar a denúncia formalmente ao Conselho Tutelar. “Eu percebi, durante a pesquisa, a necessidade de orientar as famílias em relação ao uso dessa ferramenta tecnológica - o computador -, da internet por parte dos filhos, que hoje dominam a área, enquanto o pai ainda anda engatinhando. Além disso, em Imperatriz, é muito acentuada a questão da pornografia”, justificou o professor.

Livro - A escolha do tema da obra não foi por acaso. Ele baseou-se num caso real ocorrido na cidade. Uma mãe confidenciou a ele ter flagrado a filha pré-adolescente durante a madrugada em páginas de bate-papo e mensagens instantâneas (MSN) totalmente despida, tendo declarado de forma perplexa: “Os pais são muito ausentes, enquanto os filhos ficam on-line”, frase apenas adaptada para a obra com a devida autorização mediante compromisso de não divulgação da fonte. O livro de 128 páginas escrito em junho do ano passado contém orientações básicas aos pais sobre como lidar com o filho pré-adolescente, para evitar o que chamou de “vício” da internet. “Quando eu escrevi o livro, eu não tinha intenção de ficar rico, até porque meu livro é barato, custa apenas R$14,90 nas livrarias. Minha intenção era orientar as famílias, afinal, elas estão perdidas. O livro tem linguagem fácil e caiu no gosto popular”, frisou Ivan Azevedo. A obra está à venda nas livrarias de vários estados, exceto do Maranhão, onde o estoque esgotou-se, mas é possível encontrá-la em países como Espanha e Portugal. Até julho do ano que vem, deverá ser comercializado em países de língua portuguesa. (O Estado do Maranhão, p.3, 15/6 - João Rodrigues)

Uso de celular deixa jovens dependentes

Uma clínica psiquiátrica da Espanha admitiu dois jovens, de 12 e 13 anos, por estarem viciados em telefones celulares. Segundo os pais dos jovens, de quem partiu a iniciativa do tratamento, os adolescentes não conseguiam mais realizar atividades consideradas normais sem seus aparelhos. Eles iam mal na escola e mentiam para conseguir dinheiro que seria gasto com crédito para os telefones, diz a “BBC”. Há três meses, eles vêm passando por tratamento para aprender a viver sem telefones celulares. Segundo Maite Utges, responsável por uma clínica psiquiátrica para crianças e jovens em Lleida, essa é a primeira vez que o centro recebe pacientes com esse tipo de dependência. Sua recomendação é de que apenas os maiores de 16 anos tenham esses aparelhos. “Ambos mostraram um comportamento perturbado e isso refletia nos resultados ruins na escola. Eles apresentavam sérias dificuldades em ter vidas normais”, disse, de acordo com jornais espanhóis. Os jovens tinham esses aparelhos há 18 meses e seus pais haviam feito pouco esforço para restringir o uso até perceberem indícios de dependência. A reportagem não especifica se os dois pacientes são irmãos. De acordo com Utges, deve levar pelo menos um ano de tratamento até que os pacientes consigam se livrar da dependência. Jose Martinez-Raga, especialista em vícios, afirmou que, assim como os dependentes de videogames, os jovens viciados em telefones celulares se tornam irritados, anti-sociais e apresentam piora nos resultados escolares. (O Estado do Maranhão, p.21, 15/6)

Bebê é raptado de maternidade de São Luís

Uma criança do sexo feminino, com apenas um dia de nascida, foi raptada durante a madrugada sábado, da Maternidade Marly Sarney, na Cohab, em São Luís. No fim da manhã, 8 horas após o desaparecimento, o bebê foi localizado no bairro São Bernardo e entregue à mãe, Alcineide de Jesus Pinheiro, de 26 anos. Ana Maria Moreira Lopes e seu companheiro, Rosivaldo Moraes Sousa, foram conduzidos ao plantão central da Polícia Civil, na Vila Embratel. O crime foi descoberto por volta de 2h30, quando Alcineide de Jesus Pinheiro acordou e não encontrou a filha, que deveria estar em um berço ao seu lado, em uma das enfermarias da maternidade. Outras parturientes, que estavam na enfermaria, também dormiam e não perceberam quando a criança foi levada. A mãe procurou as enfermeiras de plantão para saber se haviam levado sua filha para tomar alguma medicação, mas elas não sabiam de nada. Alcineide Pinheiro ficou desesperada e a polícia foi chamada.

Rapto - Uma desconhecida, conforme testemunhas, teria sido a pessoa que levou a filha de Alcineide Pinheiro. Por volta de 2h30, a mulher, mais tarde identificada como Ana Maria Moreira Lopes, de 34 anos, foi vista deixando a maternidade. No balcão de saída, ela devolveu o crachá de acompanhante que usava e saiu levando consigo, sem qualquer revista pessoal, uma sacola branca, onde provavelmente havia escondido a criança recém-nascida. A única pista a que a polícia teve acesso foi um número de telefone. Ana Maria teria pedido emprestado o celular de uma interna para ligar para uma pessoa que iria lhe buscar. Por meio deste número, a polícia começou a investigação ainda durante a madrugada. Pela manhã, uma guarnição da Polícia Militar, formada pelo cabo Mário e o soldado Jessijames, de posse de informações obtidas ao longo da madrugada, iniciaram uma investigação na área da Cidade Operária, chegando à Vila Santa Efigênia, na casa que seria de Ana Maria. Lá, o filho dela, de 11 anos, informou que a mãe estava na casa de uma tia, no bairro São Bernardo.

Versões – O casal foi levado para o plantão central do Cohatrac. Depois de preencherem o boletim de ocorrência da Polícia Militar, Rosivaldo Sousa resolveu se defender da acusação de envolvimento em seqüestro. Ele alegou que nos últimos 15 dias, levou a esposa diariamente à Maternidade Marly Sarney, com sangramento e suspeita de que poderia dar à luz a qualquer momento. Ele acredita que Ana Maria pode ter perdido o filho e por isso cometeu o ato. A mulher, por sua vez, alegou ter feito no fim da tarde de sexta-feira um parto normal, na Maternidade Marly Sarney. "Quem fez meu parto foi o doutor Almeida. Depois, me transferiram para o Materno In-fantil, porque não tinha leito, mas meu filho ficou lá mesmo na Cohab", disse. Ela confirmou que as ultra-sonografias apontavam que ela estava grávida de um menino, mas não questionou a enfermeira, segundo alegou, que lhe entregou uma menina, na manhã de ontem, no Materno Infantil. A polícia, porém, já sabe que Ana Maria não esteve no Materno. Ela foi resgatada por um primo, ainda durante a madrugada, na Maternidade Marly Sarney. A versão apresentada por Ana Maria não apresentava consistência e todas as informações estavam sendo checadas pela polícia para não haver dúvidas. Ela e Rosivaldo Sousa seriam ouvidos pelo delegado Carlos Leal, que decidiria se os autuaria em flagrante.

Vitória - Após recuperar a filha de apenas um dia de nascida, Francisco das Chagas decidiu que ela não se chamaria mais Ester, como estava planejado, mas Vitória de Jesus Pinheiro Chagas, por se tratar de uma vitória tê-la encontrada rapidamente sã e salva. Para os pais de Vitória, que são evangélicos, foi uma benção de Deus o fato de a criança voltar para a família. Vitória é a segunda filha do casal.(O Estado do Maranhão, p.10 ;O Imparcial-MA, p.2; Jornal Pequeno-MA, p.20 - 15/6)


Educação de jovens e adultos em pauta no Maranhão

Como parte das ações desenvolvidas para a erradicação do analfabetismo no Maranhão, a Secretaria de Educação (Seduc), por meio da Secretaria Adjunta de Projetos Especiais, realiza hoje a abertura oficial dos Fóruns Regionais de Alfabetização de Jovens, Adultos e Idosos do Maranhão. Hoje os fóruns acontecem nas cidades de Bacabal, Carolina, Barreirinhas, Pinheiro e Itapecuru, finalizando quarta-feira, 18, em Caxias, Imperatriz, São João dos Patos, Barra do Corda, Governador Nunes Freire. A iniciativa tem como objetivo apresentar para professores, coordenadores e diretores escolares e a população em geral a versão preliminar do Plano de Alfabetização Educacional do Maranhão (Paema). Durante a exposição das diretrizes apontadas, os participantes terão a oportunidade de discutir os pontos propostos e acrescentar as ações que melhor se enquadram com as necessidades de seu município. Os Fóruns Regionais terão sua culminância com a I Conferência Estadual de Alfabetização de Jovens, Adultos e Idosos do Maranhão. Durante a conferência será lançado o Plano de Alfabetização Educadora do Maranhão, fundamentado com as contribuições colhidas nos fóruns. (O Imparcial-MA, p.5, 16/6)

Maranhão terá 100 escolas profissionalizantes

O presidente Luís Inácio Lula da Silva determinou ao Ministério da Educação (MEC) a instalação de 100 escolas de ensino médio integrado a cursos profissionalizantes e de 11 Centros de Formação Tecnológica (Cefet’s) no Maranhão. O anúncio foi feito pelo secretário de Educação, Lourenço Vieira da Silva. Para o governador do estado, a determinação do presidente Lula é uma demonstração inequívoca de que acredita no executivo maranhense e citou ainda como exemplo a decisão do MEC de duplicar as vagas na Universidade Federal do Maranhão, ainda este ano, para que haja recursos humanos preparados para um novo processo de desenvolvimento sem precedentes no estado. Para a implantação de 100 escolas de ensino médio integrado a cursos profissionalizante no Maranhão, extinto em 1998, o secretário Lourenço Vieira da Silva firmou acordo de cooperação técnica com o ministro da Educação, Fernando Haddad. Na oportunidade o secretário destacou que “o Maranhão ultrapassou todos os indicadores educacionais projetados para 2009 em 2007, na qualidade dos ensinos médio e fundamental nas estatísticas do Índice Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb)”. Segundo ele, essas escolas irão contribuir ainda mais para a melhoria dos indicadores educacionais do estado. (O Imparcial-MA, p.5; Jornal Pequeno-MA, p.14 – 15/6)

Caxias-MA ganha nova maternidade

Uma das maiores maternidades do Maranhão e outras duas importantes obras na área da saúde foram inauguradas ontem pelo governo do estado no município de Caxias-MA. Construídas em parceria com Prefeitura de Caxias, as obras impressionam pela grandiosidade e qualidade dos serviços que serão prestados àquela comunidade. Uma multidão compareceu para prestigiar a inauguração da Maternidade Carmosina Coutinho, que começa a prestar atendimentos a partir desta segunda-feira, 16. Nela, o governo do estado está disponibilizando atendimentos de alta complexidade na área de obstetrícia e neonatologia. Edificada em um espaço de seis mil metros quadrados, sendo três mil de área construída, a Maternidade está estruturada com 50 leitos, centro cirúrgico com quatro salas, 12 enfermarias, banco de leite, sala de treinamento profissional e ambulatórios que prestarão atendimentos à mulher e à criança, nas mais diversas áreas. (O Imparcial-MA, p.5, 14/6)

Entidades da Juventude discutem espaço na II Feira do Livro de São Luís

Representantes de várias entidades que de alguma forma estão ligadas à causa da juventude estiveram reunidos no camarim da praça Maria Aragão, na sexta-feira, 13, para discutir a programação da Arena da Juventude, uma das novidades para a II Feira do Livro de São Luís, que acontece de 9 a 19 de outubro. A Arena será um espaço de protagonismo juvenil, isto é, no qual os jovens serão os principais atores. Além de palestras e seminários, o espaço vai ser palco de apresentações teatrais, performances poéticas e espetáculos de dança. Segundo a coordenadora geral do evento, Lúcia Nascimento, a meta é que a Arena alcance um público de 25 mil jovens nos dez dias de programação. “Como forma de preparar este espaço nós também estamos realizando uma série de trabalhos junto aos jovens, principalmente nas escolas, para que eles estejam prontos a participar das atividades e conhecendo as temáticas que forem definidas”, disse. Durante o encontro foi apresentado o projeto da feira, uma memória fotográfica da 1ª edição e o projeto específico da Arena da Juventude. Entre as entidades representadas na reunião estavam a Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social, o Instituto de Cidadania Empresarial do Maranhão, a Agência Matraca, Unicef, Grupos de Dança e o Fórum Municipal da Juventude. Haverá programação especial para o Dia da Criança, 12 de outubro, e para o Dia do Professor, 15 de outubro, que este ano foram, estrategicamente, incluídos dentro do período de realização da feira. (Jornal Pequeno-MA, p.15, 15/6)


 
 
 

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> Equipe da Agência de Notícias da Infância Matraca: Marcelo Amorim, Lissandra Leite, Jeane Pires, Luciano Nascimento, Ramon Bezerra.

 

 

 

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