Clipping Diário Matraca

Clipping Matraca
O clipping "A Criança e o Adolescente na Mídia" é uma publicação diária que apresenta o resumo das principais notícias do dia veiculadas pelos jornais O Imparcial, Jornal Pequeno, O Debate e O Estado do Maranhão sobre crianças e adolescentes. O clipping é distribuído para profissionais da área de comunicação, Ong’s, instituições de promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente, conselhos e demais pessoas interessadas no tema.

São Luís/MA, 11/08/2008> nº 1081

Aleitamento materno é incentivado em Caxias-MA

O trabalho constante realizado na rede municipal de saúde de Caxias-MA está ajudando as mães, principalmente as de primeira viagem, a entenderem a importância do aleitamento materno para a saúde da criança. As orientações são repassadas para elas durante a gestação e complementadas assim que os bebês estão prontos para tomarem a primeira dose de vacina e realizar o teste do pezinho, exames que na rede pública de saúde de Caxias-MA costumam acontecer entre sete a 15 dias após o parto. Durante esses encontros, ministrados por enfermeiras ou médicos, não há apenas o repasse de informações, mas a troca de experiências entre aqueles que acompanham a rotina dos hospitais e as mães, que nem sempre sabem lidar com os problemas que acontecem durante a fase da amamentação. A jovem mãe Elizete Cunha assustou-se quando a filha Sabrina, de apenas dois meses, começou a recusar o peito. “Eu pensava que eu não tinha leite no peito. Ela não queria pegar o peito. No início, dá medo”, destacou a mãe, hoje amamentando normalmente.
Resultados - A orientação sobre aleitamento materno tem proporcionado bons resultados de conscientização. Sandra Maria Costa Matos descobriu que as informações são valiosas antes mesmo de a mãe ter o bebê. “É bom porque a gente às vezes acha que está dando o peito do jeito certo e não está. Com essas orientações a gente aprende até o jeito certo de dá o peito para a criança”, ressaltou a mãe. Tanto as enfermeiras quanto os médicos orientam as mães a preparar o seio para evitar rachaduras e ferimento que levam o ato de amamentar a se transformar em uma situação dolorosa, tanto para mãe como para o bebê. “A finalidade das palestras é incentivar as mães a amamentarem durante os seis primeiros meses e erradicar alguns tabus que ainda atrapalham nossos índices de amamentação, como o medo que algumas mulheres têm de que o peito vai ficar flácido ao amamentar. Isso não existe”, explicou a enfermeira Ana Cristina da Silva. (O Estado do Maranhão, p.12, 10/8)

Direitos Humanos vai debater políticas públicas

“Democracia, Desenvolvimento e Direitos Humanos: superando as desigualdades” este é o tema da V Conferência Estadual dos Direitos Humanos. O evento acontece nos dias 13, 14 e 15, no Sesc Turismo - Olho D’água. A abertura da conferência contará com a presença do governador Jackson Lago e de autoridades do poderes Legislativo, Judiciário e Executivo. Realizada pela Secretaria de Estado dos Direitos Humanos, a conferência acontece em parceria com Conselho Estadual dos Direitos Humanos, Fórum de Direitos Humanos do Maranhão e outras organizações sociais. A V Conferência Estadual dos Direitos Humanos vai debater políticas públicas voltadas para a garantia dos direitos humanos no Maranhão, além de escolher os representantes para a XI Conferência Nacional dos Direitos Humanos, que irá acontecer de 06 a 10 de dezembro, em Brasília. Dentre os objetivos da Conferência Estadual estão a indicação de proposições para a revisão e atualização do Programa Estadual de Direitos Humanos (PEDH), que se espera desta forma contribuir para construção de bases para a política nacional de direitos humanos e da agenda de luta pela promoção e garantia dos direitos humanos nos próximos anos. Os trabalhos e temáticas serão apresentadas em forma de palestras, painel, plenária e de trabalhos em grupos. Mais informações na Secretaria de Estados dos Direitos Humanos, localizada na Avenida Guaxenduba, s/n, Outeiro da Cruz. Telefone: 3311-4100. (Jornal Pequeno-MA, p.17, 10/8)

Funasa registra queda de mortalidade em indígenas

Estudo produzido pelo Departamento de Saúde Indígena da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) nos distritos sanitários especiais indígenas mostrou que os indicadores de ocorrência de doenças e mortes nas comunidades tradicionais caíram nos dois últimos anos. A mortalidade infantil indígena atingiu em 2007 a menor taxa dos últimos oito anos: 46,7 para cada mil nascidos vivos (em 2000 a taxa era de 74,61). Entretanto, os índices são tratados com cautela pela Funasa, já que ainda permanecem altos. A taxa de mortalidade infantil indígena é mais do que o dobro da média nacional, de 21,7 para cada mil nascidos vivos. “Não é motivo de comemoração, mas aponta para um controle que deve ser intensificado. As políticas estão impactando os indicadores, mas não pode haver descontinuidade”, disse o coordenador geral de Atenção à Saúde Indígena da Funasa, Flávio Nunes, em entrevista à Agência Brasil. (O Estado do Maranhão, p.11, 11/8)

Fundação Alcoa entrega jardim e creche em São Luís

A comunidade do Piquizeiro ganhou ontem o Jardim de Infância Esperança do Amanhã e a Creche Nossa Senhora da Conceição. O prédio tem quatro salas, sendo uma para recreação e repouso; três banheiros, dois para as crianças e um para funcionários; refeitório e cantina. A instituição atenderá 132 crianças de 3 a 5 anos, sendo que cerca de 60 em período integral. A Fundação Alcoa destinou cerca de R$ 32 mil para construção do Jardim de Infância e da creche, que será mantida pela Associação dos Moradores do Piquizeiro e Adjacências em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Semed). Participaram da solenidade de inauguração a presidente da Associação, Francinete Pereira; a supervisora de Assuntos Institucionais, Camila Meireles; a analista de Projetos Comunitários, Joana Burgos; e o gerente de Planejamento Estratégico, Hélio Truci. O gerente de Engenharia da Alumar, Múcio Vasconcelos, representando o diretor do Consórcio, Nilson Ferraz, agradeceu a oportunidade de participar de um projeto tão importante como este, principalmente por ser na área de educação. Segundo ele, esta é uma das maiores carências das comunidades de São Luís. “Essa obra representa uma garantia de segurança para as famílias e de uma formação adequada para as crianças da comunidade”, destacou. (O Estado do Maranhão, p.9, 9/8)

II Feira do Livro em São Luís vai movimentar economia local

A Feira do Livro de São Luís, além de ser o maior evento literário da capital maranhense, também movimenta a economia local com a venda de livros, contratação de empresas prestadoras de serviços, geração de empregos temporários e o comércio de produtos alimentícios. A 2ª Feira, que acontecerá de 9 a 19 de outubro, promete repetir o mesmo sucesso do ano passado. Na sua primeira edição, o evento, promovido pela Prefeitura e instituições parceiras, gerou R$ 3,9 milhões, sendo R$ 2,2 milhões comercializados nos espaços de venda de livros. A praça Maria Aragão recebeu um público de 192 mil pessoas e a estimativa para 2008 é de 210 mil visitantes em 11 dias de atividades. “São Luís tem evidente vocação para tornar a economia da cultura um vetor de desenvolvimento qualificado, em razão de nossa diversidade e alta capacidade criativa. A Feira do Livro de São Luís veio consagrar a vocação natural da cidade para a literatura e a poesia, gerando ocupação e renda para centenas de pessoas que formam as cadeias produtivas envolvidas na realização do evento”, afirmou o presidente da Fundação Municipal de Cultural, Adirson Veloso.

Espaços - Na 2ª Feira do Livro serão montados 87 estandes para exposição e vendas de livros, 15 a mais que no ano passado. Estarão no local 500 editoras que vão disponibilizar cerca de 70 mil títulos. A previsão é lançar 100 obras literárias, 47 a mais que em 2007, e 80% são de autores maranhenses. A coordenadora geral da feira, Lúcia Nascimento, disse que o evento fortalece a criação literária local e serve para desmistificar que a produção de livro não se sustenta. Em nove dias de feira em 2007, houve escritor maranhense que vendeu 840 exemplares, como é o caso de Antonio Guimarães, com o livro “Algodão: Ouro Branco (espaço e tempo)”. Aldo Leite comercializou 102 exemplares de sua obra “Memória do Teatro Maranhense“. “A feira é uma grande vitrine para dar visibilidade e valorização à diversidade cultural maranhense e brasileira”, afirmou a coordenadora. Este ano, a feira ocupará uma área de 6 mil m2, na Praça Maria Aragão, além das instalações do Espaço Cultural, área do estacionamento da praça, Casa do Professor e Palácio Cristo Rei (Praça Gonçalves Dias), Teatro Artur Azevedo e o Coreto da Praça Gonçalves Dias. As atividades ocorrerão em 24 espaços, entre auditórios climatizados, Casa do Escritor Maranhense, Café Literário, estandes institucionais, cine-clube, área para exposições, entre outros. A praça de alimentação funcionará no Espaço Cultural e haverá também uma lanchonete nas instalações da praça Maria Aragão. (Jornal Pequeno-MA, p.17, 10/8)

 
 
 

Clipping Matraca
> Equipe da Agência de Notícias da Infância Matraca: Marcelo Amorim, Lissandra Leite, Jeane Pires, Luciano Nascimento, Ramon Bezerra.

 

 

 

.. Página inicial Clippings anteriores Agência Matraca Expediente
Imprimir página | Inicial | Cancelar assinatura | Equipe: clipping@matraca.org.br | Contato Matraca
i