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Banco de Fontes
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História da Agência Matraca
A Agencia de Notícias da Infância
Matraca é fruto do projeto de mesmo nome apresentado pela Fondation
Terre des Hommes ao Unicef, no segundo semestre do ano de 2001. Foi
lançada em setembro de 2002 durante o II Seminário Mídia,
Infância e Adolescência no Maranhão – Política,
com que olhos te vejo?. A oficialização como pessoa jurídica
ocorreu em março de 2003.
A entidade surge para ser um espaço permanente de produção,
promoção e difusão de informações
sobre a realidade social e os direitos de crianças e adolescentes
no Maranhão.
A Agência Matraca Pretende também criar uma consciência
crítica, produzir análises temáticas da cobertura
de mídia no Maranhão, envolver crianças e adolescentes
em projetos de comunicação, entre tantos outros motivos
urgentes dentro da realidade infanto-juvenil do nosso país.
A Matraca veio juntar-se a uma grande rede de entidades de defesa dos
direitos das crianças e dos adolescentes que já atua na
área, como o Unicef, os conselhos estadual e municipal dos direitos
da criança e do adolescente, a Rede Amiga da Criança,
os Conselhos Tutelares, Foundation Terres dês Hommes, o Centro
de Defesa Marcos Passerini, as Pastorais, dentre outros. Nossa agência
crê que tanto quanto os jornalistas, os outros atores sociais,
como governos, setores privados, sociedade civil, são personagens
prioritários no processo de democratização e de
qualificação da informação, elementos essenciais
na construção de consciências e de um estado permanente
de mobilização transformadora.
Tudo isso porque acreditamos que cabe aos meios de comunicação
papel essencial na edificação de um debate qualificado
e esclarecedor, que capacite adolescentes, jovens, adultos, formadores
de opinião, escolas, comunidades, para mudanças reais
de comportamentos.
Almejamos um jornalismo socialmente responsável e em sintonia
com princípios básicos de desenvolvimento humano. Sem
esse debate gabaritado, qualquer mudança, seja ela de mentalidade
ou de atitude, torna-se muito mais difícil. Para que o papel
da imprensa seja desempenhado com eficiência, ciente da sua responsabilidade
em um país tão injusto socialmente, é preciso que
se clarifique uma cultura jornalística madura para que as grandes
questões nacionais tenham uma abordagem coesa e justa, priorizando
pautas relevantes para a promoção e defesa dos direitos
das crianças e adolescentes.
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