O estado do Maranhão possui uma vasta e desordenada rede de meios
de comunicação ligados a grupos econômicos e políticos.
Alguns, isoladamente, trabalham com profissionais de bom nível
e produzem noticias com uma boa apuração. Grande parte
entretanto, não responde às expectativas da sociedade
enquanto produtores de um grande bem social: a notícia.
Quando o assunto é criança e adolescente a situação
não é diferente - e às vezes pode ser pior. Muitos
dos profissionais da imprensa não consegue abordar corretamente
os temas relativos à área da infância e adolescência.
É um problema estrutural que precisa de ações concretas
para ser transformado.
Por outro lado, as organizações que atuam na defesa dos
direitos destas crianças e adolescentes, também não
conseguem utilizar todo o potencial de comunicação que
as técnicas e tecnologias de informação asseguram.
Colocar profissionais da mídia e organizações em
sintonia é uma tarefa difícil, mas que vai trazer resultados
extremamente benéficos para a garantia dos direitos de nossas
crianças e adolescentes.